Mãe mata os 3 filhos por "medo de que eles abusassem de mulheres quando crescessem"

Essa é uma daquelas histórias chocantemente tristes que me fazem pensar duas vezes se devo escrever sobre ou deixar passar.

Mas como sei que a devido às circunstâncias, a nossa imprensa irá ignorar ou omitir partes da história, me sinto compelido a dar a atenção que este caso merece.

Brittany Pilkington, de 27 anos, foi condenada a 37 anos de prisão pelo assassinato de seus três filhos, um de 4 anos e dois ainda bebês. O motivo parece inacreditável, Brittany confessou em depoimento que temia que seus filhos crescessem e abusassem de mulheres, assim como ela havia sido abusada.

Quase nenhum veículo da mídia noticiou essa parte do depoimento, prefeririam deixar apenas a parte em que ela diz tê-los matado por ciúmes da atenção que o pai dava aos garotos.

O motivo é simples, esse crime reflete o que o discurso de ódio feminista pode causar caso seja deixado livre. Há muito tempo o feminismo deixou de lutar por direitos iguais para mulheres e homens (se é que um dia lutou), para se transformar numa máquina poderosíssima de guerra contra os homens e tudo que a masculinidade representa. O feminismo hoje em dia nada mais é do que um emaranhado de argumentos incoerentes que pré-condenam o homem por seu comportamento natural ao mesmo tempo em que ignoram a importância da masculinidade para a humanidade.

Em outras palavras, o feminismo hoje, luta para criminalizar toda e qualquer ação que remeta ao sexo masculino. O homem se torna um pária, um ser desprezível, que precisa urgentemente aprender a se curvar aos novos tempos e checar constantemente suas ações, vivendo num eterno receio de ofender a agenda feminista. Isso tudo é feito com o apoio incansável da mídia, do meio cultural e do meio acadêmico.

Ao afirmar coisas grotescas como "todo homem é um estuprador em potencial" ou que "os homens criaram uma sociedade patriarcal para prejudicar as mulheres e beneficiar somente a si próprios", o feminismo fomenta esse discurso de ódio de forma esplêndida, gerando discórdia, intolerância e desunião. Ao invés de reconhecer os valores de mulheres e de homens, o discurso feminista os destrói e coloca os seus próprios valores beligerantes no lugar.

Esse é o caminho do feminismo atual, tratar o aborto como um ato corriqueiro, banalizar e minimizar a maternidade e acabar com a colaboração amorosa, natural e milenar entre homens e mulheres. E substituir tudo isso por uma ideologia vazia, depressiva e fatalmente, criminosa.

Frederico Rodrigues

Escritor, Tradutor e Comentarista Político. Membro da Direita Goiás e Conservadores Pela Liberdade.
Colunista do Jornal da Cidade Online e Graduado em Direito.
Nascido nos anos 80, criado nos anos 90. 

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