Dia da Consciência Negra - A luta da esquerda para manter o racismo vivo

Se o racismo acabar, a militância perde a serventia

Hoje comemora-se o Dia da Consciência Negra. A data foi escolhida para coincidir com a morte de Zumbi dos Palmares. E a data reflete bem o casuísmo daqueles que investem na perpetuação do racismo para manter e expandir seu poder, os militantes raciais.

Os militantes raciais são parte da esquerda, e como todo grupo que finge defender minorias, é mais interessante para eles que o problema que dizem combater, nunca seja solucionado. Por um simples motivo, se o problema acabar, a militância perde sua utilidade.

Sendo assim, o objetivo número um da Militância Racial hoje é criar instabilidade social de forma a perpetuar o racismo onde ele exista e forjá-lo aonde ele não possa ser encontrado. Disso, depende a própria sobrevivência da militância e da imensa maioria das políticas de esquerda.

A forma como eles subvertem a história é prova incontestável dessa situação. Colocar o Dia da Consciência Negra no aniversário da morte de Zumbi dos Palmares, um líder tribal extremamente violento que mantinha e fazia de outros negros seus próprios escravos. Esse é o herói que a esquerda escolheu para representar a Consciência Negra.

Já grandes brasileiros como André Rebouças e Luiz Gama, abolicionistas negros, responsáveis pela libertação de mais de 500 escravos e precursores do combate ao racismo no Brasil, são apagados da história. Qual a diferença? Gama e Rebouças queriam acabar com o racismo, a esquerda não.

Para a Militância Racial sobreviver hoje em dia, ela precisa convencer negros de que eles sempre serão oprimidos na sociedade. De que o racismo estrutural existe e está sempre pronto para atacá-los. Convencem negros e pardos de que há um ente sem rosto, sem forma e sem endereço, mas que os prejudica em todas as decisões que tomem em suas vidas. Se vencerem na vida, é porque tiverem sorte, se fracassarem a culpa é do racismo.

Em resumo, a esquerda sustenta suas políticas patrocinando um estado de eterna tensão entre os brasileiros. Querem nos convencer de que um dos países mais miscigenados do mundo, é baseado em uma sociedade racista. Pela lógica da esquerda, negros e brancos se odeiam tanto que não conseguem para se casar entre si e gerar famílias.

Finalizando com a frase do filósofo americano (e negro) Thomas Sowell: "O racismo ainda não morreu, mas está respirando por aparelhos. Só é mantido vivo por políticos, aproveitadores raciais e pessoas que se sentem superiores por rotular outras de racistas".

Frederico Rodrigues

Escritor, Tradutor e Comentarista Político. Membro da Direita Goiás e Conservadores Pela Liberdade.
Colunista do Jornal da Cidade Online e Graduado em Direito.
Nascido nos anos 80, criado nos anos 90. 

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